SER MÉDICO




Ser médico é antes de tudo ter a responsabilidade de estudar o tempo todo, para ter a melhor competência técnica possível. Em seguida ter generosidade, desenvolver o humanismo ao seu mais alto grau e, ter a vocação de tratar e servir. Ter o merecimento de ser bem remunerado, prestígio e reconhecimento de sua comunidade. Ser médico é em si ser muito especial, é ser o maior símbolo personalizado de esperança. Desse modo, o médico deve ter o máximo de respeito e responsabilidade pelo seu ofício, principalmente quando em nome da medicina, trata publicamente de suas opiniões e posicionamentos. Somente poderá defender tratamentos com consolidação de sua base de cientificidade, caso contrário torna-se um charlatão. Seus posicionamentos públicos devem rigorosamente estar ao lado das questões relacionadas ao humanismo e defesa absoluta da vida; não pode defender a tortura, o descaso com á vida, o genocídio ou outras mazelas que são contra o humano. O médico em última instância é o guardião mais fiel da vida. Ser médico é uma inspiração antes de ser uma profissão, é um sacerdócio por exigir ética cristã ante o ser que adoece e sofre. Por isso e tantas outras questões, o médico deve estar o mais próximo possível dos ensinamentos de Jesus. A medicina é um ofício tão especial, que o título formal de médico, apenas autoriza o exercício da prática médica, mas não faz o indivíduo ser médico, este se faz médico de verdade e de forma absoluta, na qualidade e humanidade de sua prática: sábio, comprometido, simples, generoso e "humanamente humano".

Douglas Dogol Sucar

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